quinta-feira, 23 de abril de 2009

NOVA DIRETORIA DA CGADB: NÚMEROS FINAIS


Amados, a paz do Senhor a todos!
Acompanhe, logo abaixo, os números finais da Diretoria Geral eleita hoje:

PRESIDENTE: Pr. José Wellington (6.719)
1º VICE: Pr. Silas Malafaia (5.843)
2º VICE: Pr. Ubiratan Job (6.056)
3º VICE: Pr. Sebastião de Souza (6.212)
4º VICE: Pr. Gilberto Marques (6.263)
5º VICE: Pr. José Neco (6.315)
1º SECRETÁRIO: Pr. Isaías Coimbra (6.442)
2º SECRETÁRIO: Pr. Acelino Melo (6.391)
3º SECRETÁRIO: Pr. Antônio Dionízio (6.502)
4º SECRETÁRIO: Pr. Isamar Ramalho (6.373)
5º SECRETÁRIO: Pr. Roberto José (6.313)
1º TESOUREIRO: Pr. Santana (6.026)
2º TESOUREIRO: Pr. Josias de Almeida (6.027)
Amanhã, com mais tempo, vamos comentar a eleição e contar algumas curiosidades de todo o processo.
Nos laços do Calvário,
Prof. Damasceno!

ELEIÇÕES DA CGADB: PR JOSÉ WELLINGTON SE REELEGE...

Amados e leitores diversos, a paz do Senhor a todos!

Finalmente, saiu o resultado das Eleições CGADB, por conta da 39ª AGO, que ocorre em Serra, Grande Vitória, ES. E o Pr José Wellington, presidente da CGADB, foi reeleito como presidente, com a quantia de exatos 6.719 votos (Candidato 12), contra 5.963 do Pr Samuel Câmara (Candidato 11).

O Pr Ciro Sanches Zibordi, meu particular amigo que está in loco na Grande Vitória e acompanhou tudo, inclusive postante em seu blog (http://www.cirozibordi.blogspot.com/) as principais informações, destacou o seguinte:

"E agora? O que mudará? Melhoraremos? Espero que sim. E aproveito o ensejo para reiterar os meus principais desejos (que seriam os mesmos, caso o vencedor fosse o pastor Samuel Câmara).

Que os pastores eleitos se espelhem nos líderes da igreja de Atos dos Apóstolos, e não nos atos de líderes de igrejas de pseudoapóstolos, que legislam em causa própria, legitimando práticas não avalizadas pela Bíblia. Que os eleitos também façam bom uso da habilidade política, necessária para os seus cargos, mas jamais negociem o inegociável. Doutrinas fundamentais como a Trindade não podem ser negociadas em prol da convivência pacífica com o pentecostalismo da unicidade, movimento que pensa ter a voz da verdade, mas nega a triunidade de Deus.

Que eles não tolerem os maus e falsos obreiros, que se escondem atrás de seu carisma e usam a tribuna santa para difundir todo o tipo de heresias, sandices e invencionices no meio do povo de Deus. E que combatam a realização de shows “evangélicos”, a fim de que os nossos megaeventos sejam verdadeiramente cultos de adoração a Deus, e não desfiles de celebridades em que a exposição da Palavra é preterida.Que os eleitos honrem o compromisso com a sã doutrina, rejeitando as falsas doutrinas e os modismos, como: a confissão positiva, a maldição hereditária, a regressão interior, o falso culto aos anjos, o arrebatamento em grupo, o batismo em água somente “em nome de Jesus” (unicismo), os diálogos com demônios nas reuniões, a Ceia do Senhor ministrada de maneira indiscriminada, a cura interior (isto é, a falsa cura interior) e a teologia da prosperidade, que gera nos crentes um sentimento de que o melhor para nós está aqui nesta vida, e não no Céu (Fp 3.20,21; Rm 8.18), etc.

Que eles liderem com autoridade, não sendo dados a destemperos autoritários. Sabemos que o autoritarismo é fruto da falta de autoridade. E que não atendam os interesses dos desviados da verdade como fizeram Arão e Jeroboão, os quais pecaram e levaram o povo a pecar (Êx 32; 1 Rs 12).Que o pastor-presidente e a nova Mesa Diretora da CGADB usem a mídia prioritariamente para evangelizar, e não para outros fins. E que combatam o nepotismo ministerial, pois a chamada é um ato soberano do Senhor (Mc 3.13,14; Hb 5.4). Filho de pastor só deve ser um ministro se verdadeiramente for chamado por Deus. É o Senhor Jesus quem escolhe (Jo 15.16). Nós apenas reconhecemos a escolha divina e invocamos as bênçãos de Deus sobre o ministro consagrado (At 13.1-4).Que eles ouçam a voz do Espírito Santo, não se deixando enganar pelos “sonhos” (desejos, aspirações) que estão em seu coração, ainda que sejam bons (2 Sm 7). Afinal, do homem são as preparações do coração, mas do Senhor é a resposta da boca (Pv 16.1). E que ele priorizem a Grande Comissão (Mt 28.19; Mc 16.15; At 1.8).

Que os eleitos lutem, com todas as suas forças, para ver o culto coletivo a Deus segundo o padrão neotestamentário, com decência e ordem (1 Co 14), não aceitando modismos como danças proféticas, adoração extravagante, danças de rua e estilos musicais incompatíveis com o louvor a Deus. E que trabalhem para recuperar e manter o perfil assembleiano no que tange a doutrina, administração eclesiástica, bons costumes, práticas e usos, não abraçando modelos e costumes mundanos, práticas controversas e usos contrários à sã doutrina. É por meio de nosso porte que exteriorizamos a doutrina que professamos (Tt 2.10; 1 Ts 5.23).Que todos os eleitos sejam conservadores — conservadores, e não extremistas! — e combatam os liberalismos teológico, eclesiástico e consuetudinário. Afinal, estamos no mundo (o planeta Terra), mas não devemos amar “o mundo”, dominado pelo deus deste século, Satanás (1 Jo 2.15-17; 2 Co 4.4), tampouco aceitar o modo de viver dos ímpios (Rm 12.1,2). E que tenham a Bíblia como a fonte primacial de autoridade, e não a tradição, a lógica humana e as experiências pessoais (Gl 1.8; 1 Co 4.6; 15.1-4).Que eles lutem pela união das Assembleias de Deus do Brasil, deixando de lado o espírito vingativo. Às vésperas de seu centenário, é importante que os líderes maior de nossa igreja seja pacificadores. E que valorizem a pregação biblicocêntrica, expositiva, cristocêntrica, não tolerando faladores, animadores de auditório, milagreiros, malabaristas, soberbos, que chamam todos os holofotes para si, desviando o povo de glorificar apenas e tão-somente o Senhor Jesus Cristo (Tt 1.10; Sl 138.6).

Desejando o melhor para a Assembleia de Deus brasileira, Ciro Sanches Zibordi"

Muito feliz o Pr Ciro nesta postagem.

Meu desejo é que tudo o que o Pr José Wellington prometeu durante sua campanha seja objeto de empenho para esse novo mandato e que não haja, por menor que seja, nenhuma perseguição a pastor A ou B.

A eleição findou-se! Deus continue a abençoá-lo poderosamente!
No entanto, é importante que se diga: durante as últimas eleições a diferença tem sido mínima em relação à chapa opositora e agora foi de 756 votos. Embora eu seja ortodoxo e conservador, gosto das "boas novidades do Senhor" e, amando o Pr José Wellington como muitos, é bom nos conscientizarmos que vai chegar o momento da alternância na direção da CGADB.
Quando esse momento chegar, que haja serenidade em ambos os lados (situação e oposição) para que a Igreja Evangélica Brasileira continue pregando a Cristo e não partidarismos, política partidarista fundamenta na politicagem, em atos administrativos dúbios, nepotismo, malversação de verbas, uso político da CPAD e muitos outros sentimentos que a chapa opositora exposou, acusando a atual administração.
Vamos servir a Deus sem hipocrisia. A Ele seja a Glória, a Honra e Louvor para todo o Sempre!
Nos laços do Calvário,
Prof. Damasceno

sexta-feira, 17 de abril de 2009

TSE NEGA RECURSOS E CONFIRMA CASSAÇÃO DO GOVERNADOR DO MARANHÃO

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou nesta quinta-feira (16), por unanimidade, a cassação dos mandatos do governador do Maranhão, Jackson Lago (PDT), foto ao lado em dez/2008 (Fábio Rodrigues/ABr) e de seu vice, Luiz Carlos Porto (PPS). Cassados no começo de março por abuso de poder político nas eleições de 2006, ambos terão de que deixar o cargo imediatamente. Ainda cabe recurso contra a decisão desta noite, mas agora apenas no Supremo Tribunal Federal (STF).

A Corte também decidiu dar posse imediata à senadora Roseana Sarney (PMDB) no cargo de governadora e ao ex-senador João Alberto (PMDB) no de vice. Eles foram derrotados por Jackson Lago no segundo turno das eleições de 2006.

Em plenário, nesta noite, a maior parte dos ministros seguiu o entendimento do relator do processo, Eros Grau, que negou todos os recursos que contestavam a decisão tomada pelo TSE no dia 4 de março, quando, além de cassar governador e vice, a Corte decidiu que Roseana e João Alberto tomariam posse.

Jackson Lago havia recorrido ao TSE no último dia 30 contestando a competência da Corte para apreciar recurso contra a expedição do diploma de governador. Os advogados do pedetista também destacaram que as denúncias pelas quais ele foi condenado não seriam suficientes para influir no resultado da eleição.

Os argumentos, no entanto, não convenceram os ministros do TSE. Para o presidente do tribunal, Carlos Ayres Britto, “é preciso ganhar legitimamente. Não se pode fazer uso da máquina administrativa”, disse. Ele acrescentou que "pode até parecer pouco um comício com algumas centenas de pessoas, mas isso em uma cidade pequena é um instrumento muito poderoso".

Os ministros também rejeitaram recurso do vice-governador, do PAN e outro protocolado por João Melo Bentivi, candidato do Prona a governador do Maranhão em 2006. Eles contestavam a decisão do TSE de dar posse a Roseana.

O partido pedia para que fosse declarada a nulidade do processo, pelo fato de a legenda não ter sido incluída como parte interessada na ação. Solicitava também que, caso o pedido não fosse aceito, a realização de novas eleições no estado.

Acusações
No julgamento de março, o advogado da coligação de Roseana, Heli Lopes Dourado, acusou o grupo liderado pelo então governador do Maranhão José Reinaldo de ter desviado R$ 806 milhões de convênios para a “compra de eleitores”, com o objetivo de eleger Jackson Lago. “Não se tem na Justiça Eleitoral algo parecido. Tudo começa quando o governador José Reinaldo rompe a parceria de 30 anos com seus aliados [o grupo de Sarney]”, destacou.

As defesas de Lago e Porto, por sua vez, negaram as acusações. O advogado do governador, Eduardo Alckmin credita as suspeitas contra seu cliente “à oligarquia do Maranhão, que não se conforma com os resultados das urnas”, se referindo ao grupo Sarney. “Eles ficaram no campo da cogitação, mas demonstração efetiva [de irregularidades] não se fez. Como aceitar uma mera presunção?”, questionou Alckmin.

Protesto
Antes do julgamento, cerca de 200 pessoas fizeram uma manifestação de apoio a Jackson Lago em frente ao prédio do TSE. or do Maranhão.

Os manifestantes – alguns membros de movimentos de trabalhadores sem terra, além de militantes vindos do Maranhão– trouxeram dois bonecos gigantes, um representando a senadora Rosena Sarney, e outro, seu pai, José Sarney (PMDB-AP), presidente do Senado. Os manifestantes simulavam espancar os bonecos.

A segurança em frente ao TSE foi reforçada por policiais militares, mas nenhum incidente foi registrado. O integrante do MST Claudinei Barbosa disse ao G1 que a luta do grupo era "em nome da democracia".

Fonte: G1 (globo.com/notícias)

quinta-feira, 9 de abril de 2009

A PÁSCOA: VOCÊ SABE O QUE REALMENTE ELA SIGNIFICA?

Queridos amigos, amigas e irmãos em Cristo, a Paz do Senhor a todos...

Estamos na "Semana Santa", embora, pela importância de viver cada dia de uma vez, eu considere que cada dia é "santo", pois o vejo como uma dádiva de um Deus Santo, que nos ama e que criou todas as coisas para nos dar o suporte que precisarmos, enquanto estivermos por aqui neste planeta Terra.

Segunda-Feira passada, dia 05 de abril, eu ainda estava em Grajaú, pois após pregar no culto de missões no domingo (04 de abril), o Pr Jonas Nascimento me convenceu a ficar para ministrar no culto de segunda-feira, Assembléia Geral.

Pela manhã, como sempre, vou visitar a Escola Evangélica Profª Dinalva Barros, de propriedade da AD de Grajaú, escola referência de qualidade naquela cidade. Conversando com a diretora da Escola, Profª Francisca Romana, começamos a criar um texto sobre o verdadeiro sentido da páscoa, para a programação da Escola. O resultado de nossa parceria, você confere abaixo:

"A Páscoa"

Teve início no Egito, por ocasião dos preparativos para a saída dos israelitas do cativeiro egipcio, +- no ano de 1491 a.C. Naquela ocasião, por ordem de Deus, cada família deveria matar um cordeiro, recolher o sangue do mesmo e marcar os umbrais (portais) de suas casas, para impedir que o anjo da morte entrasse naquela casa e matasse o primogênito da família. A carne deveria ser assada e serviria de refeição, acompanhada por pão sem fermento e ervas amargas: seria esta a última refeição no Egito e foi chamada de Páscoa.

Por 1521 anos, aproximadamente, os israelitas celebraram a páscoa, olhando para trás e relembrando da libertação do cativeiro egipcio e, ao mesmo tempo, olhando para frente, esperando a vinda do Messias prometido - o verdadeiro cordeiro pascal.

Para nós, hoje, a Páscoa nos leva à Cruz de Cristo, quando o perfeito cordeiro foi morto para nos dar a vida, por meio de seu sangue derramado no madeiro cruento, nos provendo da verdadeira libertação, que é a influência da prisão que o pecado proporciona à quem está longe de Deus, como nós estávamos, quando Ele morreu por nós (Rm 3.23).

Em nossa contemporaneidade, a Páscoa transformou-se em apenas mais uma data comercial, onde a indústria e o comércio vendem seus produtos e disseminam a idéia errônea de que não existe Páscoa sem coelho e chocolate, esquecendo-se das verdades bíblicas que nos alertam e mostram, no cordeiro e no madeiro, a salvação da humanidade.

Páscoa, então é Vida! É ressurreição! É Cristo!!

quarta-feira, 25 de março de 2009

...E MARIA TEVE OUTROS FILHOS ALÉM DE JESUS...

Pessoal, a Paz do Senhor a todos!

Pasmem, o título do post é o que dizem a maioria dos mais respeitados historiadores sobre o assunto.

Pois é, nada como um dia atrás do outro, já diz um antigo jargão popular. Postei aqui recentemente sobre a pesquisa atualíssima da ciência na qual grandes medalhões admitem: A fé faz bem a saúde e é uma característica natural (predisposição) de nossa mente crer em Deus. Claro que essa "notícia bombástica" para a comunidade científica, para nós, os que cremos e professamos, racionalmente, nossa fé em Deus, é velha, ultrapassada, não traz nada de novo...

Mas, para a esmagadora maioria da comunidade científica atual, foi uma descoberta que mexeu com muitos dogmas (sim, isso mesmo, a ciência os possui também) que estavam "guardados a sete chaves" dentro dos recônditos labirintos da ciência (??).

Esses fatos nos levam a acreditar, com mais relevância a cada dia, que realmente estamos vivendo um momento ímpar na história da humanidade, da ciência, da religião, da sociedade... conceitos antigos, dogmas ultrapassados e sustentados apenas por minorias detentoras do poder começaram a ruir, num movimento que julgo semelhante ao efeito dominó.

Senão, vejamos:

Assim que assumiu o papado, Bento XVI ordenou uma "revisão" (claro, lenta e gradual...) em alguns pontos considerados "sagrados" pela teologia católica.

Entre esses pontos, ele tocou num ponto nevrálgico de um dogma bastante difundido, o LIMBO, e no dia 4 de outubro de 2006, uma sexta feira, anunciou que o limbo deixaria de existir oficialmente. Seria o fim de uma crença dogmática da Igreja Católica, que identificava o limbo como o lugar para onde iriam aqueles que ..."não teriam recebido o batismo não por recusa da verdade, mas por ignorância, por falta de condições ou por impossibilidade. Nesta chave se incluíam as criancinhas que morriam pouco após o nascimento e outros pagãos, homens e mulheres de boa vontade, que não tinham por que ir para o inferno e ser condenados eternamente, pois não se encontravam em pecado mortal. Mas, como a salvação estava claramente ligada à recepção do Batismo, sacramento da Igreja e eles não o haviam recebido, também não poderiam ir para o céu". O entendimento dos "rabis" católicos era de que o batismo livraria e purificaria as crianças (e todas as pessoas boas, que morressem pagãs) do pecado original, outro entendimento que colide frontalmente com a Palavra de Deus em 1 Jo 1.7, onde está gravado pelo Espírito Santo, usando o apóstolo João: "...e o Sangue de Jesus Cristo, seu filho (de Deus), nos PURIFICA DE TODO O PECADO). Logo, a salvação vem pela fé em Jesus (Rm 10.8-10), e em seguí-lo (Jo 14.6), pois "...debaixo do céu, nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos" (Atos 4.12). Assim, o lugar intermediário encontrado para eles era chamado limbo, que representava um tipo "de condenação leve" para as pessoas que para ali fossem, pois estariam privadas para sempre da presença de Deus, tendo em vista que o pecado original de cada uma não tinha sido submetido à "...remissão através do batismo".

Evidente que esse dogma era uma afronta à palavra de Deus, haja vista que, dadas as devidas exceções à regra, a Bíblia não corrobora o entendimento de que "crianças" precisam se batizar pois, à luz da assertiva bíblica de que quem "...crer e for batizado, será salvo..." (Mateus 28.16), o batismo é precedido do ato pessoal, consciente e público de CONFISSÃO DE FÉ (Romanos 10.8-10) e que o batismo, estritamente falando na OBRA expiatória de Cristo, não é relevante para a SALVAÇÃO DA ALMA (Lucas 23.40-43). É o entendimento que se depreende do texto de Lucas que citei anteriormente, que trata da questão do arrependimento de um dos ladrões crucificados juntamente com Jesus (que a tradição chama de DIMAS). Observem que ele repreende o outro ladrão (eram dois) e, arrependido sinceramente de todos os seus atos pecaminosos, olha para Jesus e diz: "Senhor (reconhecendo o senhorio de Cristo sobre a morte, que já se aproximava de todos os crucificados), lembra-te de mim quando entrares no teu Reino (reconhecendo Cristo como o Rei que haveria de vir). E a resposta de Jesus foi emblemática: "Hoje mesmo estarás comigo no Paraíso". Que batismo Dimas experimentou? Certamente, não foi o em águas... E ele foi para o LIMBO, por não se batizar? Não! Jesus o levou ao PARAÍSO. Por que hoje seria diferente??

Mas o limbo foi excluido pelo Papa. E agora? Surgiram vários problemas depois da "canetada" de Bento XVI em relação ao tema. Primeiro, para onde foram as crianças pagãs? Para o céu ou o inferno? É interessante também dizer que, antes de TOMÁS DE AQUINO, o entendimento da Igreja Católica era de que as crianças pagãs iam para o INFERNO, literalmente. O limbo foi a "saida" estratégica que o Dr. Angélico (AQUINO) encontrou e orientou à cúpula da Igreja.

E os adultos "bons, amáveis, que fizeram filantropia, solidários, etc", que morreram sem confessar a Cristo como Salvador e que estavam por lá também? Pois é... muita gente ficou sem saber ao certo o que dizer, inclusive o próprio Vaticano, que deixou o assunto reticente, pois entendia que era um tema de "...de foro íntimo", e que Deus saberia distinguir entre os habitantes do LIMBO (??) que iriam para o céu ou ao inferno. Ou seja, não explicou nada!

Mas e o que a Bíblia diz sobre o assunto? Meu entendimento é simples: O limbo nunca existiu, assim como o purgatório (outro impropério que vitupera o sacrifício de Cristo, pois "cria" outra maneira de purgar pecados divergente do sangue de Cristo) e vários outros dogmas criados sob encomenda, para atender aos arroubos da CONTRA-REFORMA PROTESTANTE e aos desejos do Clero. Assim, as crianças inocentes vão para Paraíso, porque a Bíblia assevera que"...a alma que PECAR (que pecado uma criança inocente comete para não ir ao céu?), essa morrerá", (Ezequiel 18.4, 21-28) e os adultos bons, com boas obras, mas que NÃO ACEITARAM A CRISTO COMO SALVADOR, foram para o lugar de tormentos. É esse o entendimento que se pode depreender das passagens de Atos 10.2, onde lemos sobro o centurião Cornélio, que era um homem "...piedoso e temente a Deus, com toda a sua casa, o qual fazia muitas esmolas ao povo e, de contínuo orava a Deus" mas NÃO ESTAVA SALVO, pois ainda não havia ACEITADO E CONFESSADO A JESUS COMO SEU SALVADOR. Ai a gente conta o desfecho: Ele teve uma visão onde era orientado a mandar chamar a Pedro, "...que diria a Conélio o que ele deveria fazer..." (Atos 10.6) para ser salvo, pois as boas obras não salvam ninguém; são uma extensão da prática de vida dos salvos (Efésios 2.8-10). No entanto, observamos que muitos hoje são relativistas em relação ao assunto, porque não querem opinar sobre um asssunto "controverso" etc. E a Bíblia, como fica?? E a verdade que a Palavra de Deus reitera repetidas vezes? Para mim, é simples assim: "Quem tem o filho de Deus, tem a vida (eterna, quando morrer, se permanecer ligado nele até o fim); quem não tem o filho de Deus, NÃO TEM A VIDA" (1 Jo 5.12). Leia o verso 11 também, para contextualizar melhor.

Mas voltando ao tema da postagem, é o seguinte. Um padre (isso mesmo, um historiador padre), considerado atualmente uma das maiores autoridades históricas sobre Jesus, falando sobre o tema, disse com letras garrafais que a teoria de que quando a Bíblia fala dos irmãos de Jesus (defendida pelos católicos e os ortodoxos orientais) na realidade estava falando de primos, não tem sustentação histórica... (VEJA ABAIXO O TEXTO CONFORME ESTÁ NO LINK http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL1056535-9982,00-MARIA+PROVAVELMENTE+TEVE+OUTROS+FILHOS+ALEM+DE+JESUS+DIZEM+HISTORIADORES.html.

...É claro que, sem nenhum acesso a registros familiares contemporâneos ou evidências arqueológicas diretas, a conclusão só pode envolver probabilidades, e não certezas. "Se a busca do 'Jesus histórico' já é difícil, a pesquisa dos 'parentes históricos de Jesus' é quase impossível", escreve o padre e historiador americano John P. Meier no primeiro volume de "Um Judeu Marginal", série de livros (ainda não terminada) sobre Jesus como figura histórica.

Meier explica que, ao longo da tradição cristã, teólogos e comentaristas do texto bíblico se dividiram basicamente entre duas posições, batizadas com expressões em latim. A primeira é a chamada "virginitas ante partum" (virgindade antes do parto), segundo o qual Maria permaneceu virgem até o nascimento de Jesus, tendo filhos biológicos com seu marido José mais tarde. A segunda, "virginitas post partum" (virgindade após o parto), postula que Maria não teve outros filhos e até que seu estado de virgem teria sido milagrosamente restaurado após o único parto.


A "virginitas post partum" foi, durante muito tempo, a posição defendida por quase todos os cristãos, diz o historiador -- até pelos protestantes, que hoje não se apegam a esse dogma. "Um fato surpreendente, e que muitos católicos e protestantes hoje em dia desconhecem, é que as grandes figuras da Reforma, como Martinho Lutero e Calvino, defendiam a virgindade perpétua de Maria", escreve ele. Já especialistas católicos modernos, como o alemão Rudolf Pesch, defendem que Maria provavelmente teve outros filhos sem que isso tenha levado a reprimendas diretas do Vaticano.

JERÔNIMO

Diante das menções claras aos "irmãos e irmãs de Jesus" nos Evangelhos (que inclusive se mostram contrários à pregação dele, chegando mesmo a considerá-lo louco), como a interpretação da "virginitas post partum" prevaleceu?

"Houve três formas de interpretar esses textos", afirma o americano Thomas Sheehan, estudioso do cristianismo primitivo e professor da Universidade Stanford. "Além de considerar essas pessoas como irmãos biológicos de Jesus, sabemos da posição de Epifânio, bispo do século IV para quem os irmãos eram de um casamento anterior de José. Mas a opinião que prevaleceu foi a de Jerônimo, que era um excelente filólogo [especialista no estudo comparativo de idiomas] e viveu na mesma época. Jerônimo dizia que a palavra grega 'adelphos', que nós traduzimos como 'irmão', era só uma versão de um termo aramaico que pode ter um significado mais amplo e que pode querer dizer, por exemplo, primo."


Jerônimo tinha razão num ponto: quando o Antigo Testamento foi traduzido do hebraico para o grego, a palavra "adelphos" realmente foi usada para representar o termo genérico "irmão" (empregado para parentes mais distantes no original). De fato, o hebraico, bem como o aramaico (língua falada pelos judeus do tempo de Jesus na terra de Israel), não tem uma palavra para "primo". O problema é que há um único caso comprovado de que a palavra hebraica "irmão" tenha tido o significado real de "primo". Essa única ocorrência está no Primeiro Livro das Crônicas -- e mesmo assim o contexto deixa claro que as pessoas em questão não são irmãs, mas primas.

No entanto, o caso do Novo Testamento é diferente, argumenta Meier: não se trata de "grego de tradução", mas de textos originalmente escritos em grego, nos quais não havia motivo para usar um termo que poderia gerar confusão. O próprio Paulo, autor de várias cartas do Novo Testamento, chama Tiago, chefe da comunidade cristã de Jerusalém após a morte de Jesus, de "irmão do Senhor", ao escrever para fiéis de origem não-judaica (ou seja, que não sabiam hebraico ou aramaico). De quebra, a Carta aos Colossenses, atribuída a Paulo, usa até o termo grego "anepsios", que quer dizer "primo" de forma precisa.

Reforçando esse argumento, o escritor judeu Flávio Josefo, ao relatar em grego a morte de Tiago, também o chama de "irmão de Jesus". E o contexto dos Evangelhos reforça a impressão de que se tratam de irmãos de sangue, argumenta Meier. Os irmãos e a mãe de Jesus são sempre citados em conjunto. Quando Maria e os parentes de Jesus tentam interromper uma pregação, ele chega a pronunciar a polêmica frase "Qualquer um que fizer a vontade do meu Pai celestial é meu irmão, minha irmã e minha mãe". Para Meier, a frase perderia muito de sua força se o significado real dela se referisse a "meu primo, minha prima e minha mãe".

Para Geza Vermes, professor de estudos judaicos da Universidade de Oxford (Reino Unido), as próprias narrativas sobre o nascimento de Jesus dão apoio a tese de que Maria e José tiveram outros filhos mais tarde. No Evangelho de Mateus, afirma-se que José não "conheceu" (eufemismo para ter relações sexuais com alguém) sua mulher até que Jesus nascesse. Ainda de acordo com Vermes, em seu livro "Natividade", é importante notar o uso do verbo grego "synerchesthai", ou "coabitar", para falar da relação entre José e Maria. O verbo, quando empregado pelos autores do Novo Testamento, implica sempre relações sexuais entre homem e mulher, diz ele.


Nos laços do Calvário

Prof. Damasceno

terça-feira, 24 de março de 2009

PR. OSIEL & ADERIAN: AMIGOS PRA SE GUARDAR...


Queridos leitores e amigos, a paz do Senhor...

Hoje pela manhã, ao concluir os preparativos teóricos para Estudos Bíblicos que vou ministrar em duas cidades do interior do Maranhão na Semana Santa (11 e 12 de abril), respectivamente Presidente Dutra e São Raimundo do Doca Bezerra, minha mente voltou ao passado e não pude deixar de pensar num amigo que fez a diferença em minha vida. Quem é ele? O Pr. Osiel Gomes da Silva, co-pastor da Assembléia de Deus de Coroatá - MA, e sua esposa, Aderian.

Nos conhecemos desde a década de 90, meados, para ser mais exato...Temos um "tronco" comum, que são nossas esposas, Aderiam (dele) e Siêne (minha), ambas naturais de Barra do Corda, Ma.

Quando começamos a interagir, ele estava em Açailândia (MA), auxiliando o nobre pastor Antonio Amarante Chaves, como evangelista. Como eu também residia em Açailândia, estávamos, vez por outra, sempre conversando. Ele, um entusiasta em relação aos estudos teológicos. Eu, coordenando na época a FAETEL, em Açailândia.

Em 1997, por um acordo ministerial, a CEADEMA (Convenção Estadual das Assembléias de Deus no Estado do Maranhão), com o aval da Igreja de Açailândia, repassou todos os templos que possuia em Açailândia ao Ministério da CIADSETA (Convenção Interestadual das Assembléias de Deus do SETA: Serviço de Evangelização dos Rios Tocantins e Araguaia). Com isso, o Pr. Amarante filiou-se (por pouco tempo) ao SETA e foi pastorear uma igreja em São Pedro da Água Branca (MA) e o Pr Osiel recebeu um convite de seu pai, Pr. Raimundo BENÉ da Silva, que estava saindo de Lago da Pedra para pastorear a AD de Coroatá, para auxiliá-lo como co-pastor naquele trabalho, fato que ele prontamente aceitou.

Por um mover de Deus, eu também, no final do ano, saí de Açailândia e fui residir em Barra do Corda, fato que nos aproximou mais ainda, tendo em vista que ele já me conhecia e sabia do nosso gosto comum pelos estudos teológicos.

Em março de 1998 recebi um telefonema dele perguntando o que eu estava fazendo em Barra do Corda. Em junho de 1998 recebi sua visita em minha residência e já iniciamos ali um projeto que foi um marco em nossas vidas. Começei, então, a trabalhar como "Promotor Cultural" de cursos teológicos de uma instituição que ele pegara a representação recente para a nossa região. Deus nos abençoou e abrimos uma grande turma em Barra do Corda.

Mas depois, surgiu a necessidade de caminharmos mais à frente, com ações mais pragmáticas... E eu começei a ministrar aulas nos núcleos que abríamos dos cursos teológicos.

Em 1999, tendo em vista o crescimento do projeto, houve a necessidade que eu fosse residir em Coroatá, mas por um contratempo pessoal não pude, fato que me deixou afastado um mês do projeto, indo residir em outra cidade, Buriti Cupú. Com 30 dias ele me ligou já com uma proposta diferenciada e abracei a causa, mudando-me imediatamente para Coroatá. Nessa época, já havíamos criado o ITEFIB e já lançamos o projeto da FAEME (http://www.faeme.com.br/), que viria a ser uma benção em nossas vidas.

A FAEME foi fundada. Muito trabalho, dificuldades... não sabíamos de nada, éramos imaturos, mas tínhamos força de vontade... queríamos acertar. E Deus nos abençoou de maneira especial. Foram anos de aprendizado constante ao seu lado, de troca de experiências, de dedicação ao trabalho na faculdade. Crescemos bastante, graças a Deus.

Em 2002, o MEC liberou as portarias credenciando a faculdade e autorizando o curso de Filosofia, o 2º no Maranhão (só a UFMA tinha filosofia naquele contexto). Em 2006 o curso foi reconhecido com conceito A, uma ótima nota para uma Instituição no interior do Maranhão, num segmento em que os administradores não tiveram assessoria especializada para trabalhar. Faziam tudo com amor e comprometimento com a educação.

Em dezembro de 2007, entendi que era hora de parar, que o meu "ministério" tinha chegado ao fim naquele projeto, mas que a continuidade era uma realidade. Ouve, ao longo do projeto todo, erros e acertos (de minha parte). Ele, na maioria das vezes, não agiu como patrão, mas como um irmão, alguém que realmente se importava comigo e que, por inúmeras vezes, relevou meus erros cometidos na administração do projeto e sempre foi um ombro amigo, em todas as circunstâncias dos anos que ali passei.

Mesmo assim, ele e a Aderian não queriam que eu saisse. Me amavam muito, como me amam até hoje.

Em todos esses anos, a amizade foi o âmago de nosso relacionamento, que era familiar. Eu me considerava da família e era tratado assim.

O que aprendi nesses anos trabalhando ao lado dele não tem preço.

Ele é perfeito? Não, e nem poderia sê-lo: é humano. Eu fui perfeito? Não, e nem poderia, pois também sou humano. Mas, admito que o sentimento que nos uniu e nos une até hoje é o amor de Deus, que se derramou sobre nossas vidas de maneira abundante, em todos os setores, fazendo perdurar, independentemente de quaisquer situações, a palavra que melhor pode representar o nosso convívio: amizade sincera.

Ele me possibilitou comprar meu primeiro carro. Depois vieram o 2º, o 3º, o 4º etc. Todos enquanto trabalhava com eles. Em maio de 2000, a Aderian esteve comigo e com minha cunhada Sirlane num quarto de hospital: era o nascimento da minha caçula, a Déllis Karine. Lembro-me que na hora da cirurgia, nós três dobramos os joelhos e oramos pelo parto da minha esposa, que seria de risco. Era uma cirurgia, a barriga era imensa e já havia um receio: parecia que já havia passado do momento de nascer.

Mas Deus nos agraciou e nos ajudou e o parto transcorreu em paz. Em todos os momentos importantes de minha vida eles sempre estiveram ao meu lado: os dois, sempre que podiam. Quando não, ou um ou o outro.

Por tudo isso sou grato a Deus pela vida dele, Pr Osiel e da Aderian, e de suas duas pérolas, a Dayna e a Delva, filhas queridas com as quais Deus os agraciou.

Hoje, depois de 01 ano e 04 mêses ausentes da faculdade, entendo perfeitamente o que ocorreu: Deus tinha um propósito em minha vida e esperou até que chegasse o momento de tornar esse propósito realidade. Quando chegou o momento do propósito dEle se cumprir, ele fez acontecer o que era necessário, para que minha chamada para o ministério no qual estou envolvido se tornasse realidade.
No entanto, de imediato, não entendemos o agir de Deus. Mas hoje, olhando de relance, tudo que aprendi na FAEME foi uma preparação para o que Deus tinha em mente para mim. E eu louvo a Deus que, nesta etapa da minha vida, ele tenha me permitido ficar ao lado de um homem como o Pr. Osiel, um mestre por excelência, um pregador comprometido com a Palavra (embora seja incompreendido certas vezes) e um homem, acima de tudo, simples e humilde, que também me ensinou a ser a buscar a humildade, a não pensar só nas coisas materiais; que me ensinou que Deus deve ser o nosso alvo sob quaisquer circunstâncias.

Pr. Osiel e Aderian, obrigado por tudo que me concederam enquanto trabalhávamos juntos. Obrigado pela amizade que perdurou, após a nossa separação profissional.

Resumindo, se alguém me perguntasse qual o papel que ele representou em minha vida, eu diria, sem medo de errar: foi um instrumento que Deus usou para me conceder o que eu necessitava, para me acompanhar, para me guiar, para me ensinar, a fim de que, quando Ele me chamasse para cumprir minha missão em sua Obra, eu estivesse com o preparo necessário e tivesse as ferramentas que Ele determinou para minha vida.

Pr. Osiel, meu amigo... Amiga Aderian, obrigado por tudo!
Meus rogos são para que “... aquele que dá a semente ao que semeia e pão para comer também multiplicará a vossa sementeira e aumentará os frutos da vossa justiça” (2 Coríntios 9:10).

Contem com minhas orações!!

Ah, e tá chegando... dia 15 de abril, a Aderian aniversaria... dia 22 de abril, é ele, Pr. Osiel...

Nos laços do Calvário,

Prof. Damasceno

CRISE vs. OPORTUNIDADE

Pessoal, a paz do Senhor a todos!!

Hoje, quero compartilhar um texto interessante da autoria de SÔNIA JORDÃO, especialista em liderança, palestrante e consultora organizacional. Autora do livro: “A arte de Liderar – Vivenciando mudanças num mundo globalizado”, e do romance corporativo: “E agora, Venceslau? - Como deixar de ser um líder explosivo”. Uma amiga me enviou o texto, onde a autora fala exatamente sobre esse momento (novo??) que estamos vivendo no mundo, ao qual denominamos de CRISE. Vejam só...

"É bíblico. Muito antes de Cristo já se falava em sete anos de fartura e sete anos de fome. Também está escrito que todas as coisas têm seu tempo, que existe tempo para se adquirir e outro para se perder. Um ditado popular diz que depois da tempestade sempre vem a bonança. Portanto, não é novidade que vivemos constantemente fases boas e outras ruins; que crises são uma constante em nossas vidas, sempre existirão. Na China, crise é sinônimo de oportunidade.

É sabido que para conseguirmos obter resultados diferentes precisamos mudar nossas atitudes. E como agir em momentos ruins? Primeiramente, precisamos entender que na vida sempre há altos e baixos, pois isso nos dará força para passar pelos maus momentos. Teremos, também, o conforto de saber que isso passa e provavelmente chegaremos mais facilmente aos bons momentos. É claro que aí não poderemos nos esquecer que a fase boa também passará e, assim, economizaremos para as fases ruins.

Agora, como transformar crises em oportunidades? Precisamos identificar o que não conseguíamos fazer em tempos de vacas gordas e aproveitar os tempos de vacas magras para realizar. Por exemplo, se não conseguimos tirar férias quando temos muito serviço, poderemos aproveitar para descansar e nos preparar para épocas com muitas atividades. É também um ótimo momento para darmos atenção especial aos nossos clientes, afinal, no corre-corre do dia-a-dia, muitas vezes não damos um atendimento da forma que é preciso.

Não podemos nos esquecer, também, que é uma excelente época para planejarmos nossas atividades e, claro, cuidarmos dos treinamentos e principalmente da saúde. São atividades importantes e que costumam ser deixadas de lado por falta de tempo. Enfim, é aproveitarmos os tempos de calmaria para nos prepararmos para os momentos de sufoco.

Vejo muitos empresários aproveitando a desculpa de que tem uma crise para demitir parte de seus profissionais. É mais fácil justificar a demissão. O que precisamos saber é que, nessas horas, os bons profissionais, aqueles que são as estrelas, que carregam a empresa, não são demitidos. Geralmente, sai primeiro aquele profissional que não faz tanta diferença. Portanto, se você foi um dos demitidos, procure analisar onde errou.

Agora, se você ficou, saiba que provavelmente terá mais serviço a fazer. Em momentos de crises é preciso aumentar a produtividade a qualquer custo, já que só sobrevivem as organizações que forem mais rápidas em suas decisões e mais produtivas. É preciso ouvir nossa intuição e ter agilidade. Nessas situações, é preciso manter a cautela, mas não podemos ter medo de realizar ações ousadas. Vamos acreditar que é possível atingir as metas, desde que se arregacem as mangas.
Pesquisas mostram que os profissionais brasileiros são criativos e os que mais vestem a camisa da empresa onde trabalham, principalmente, em momentos críticos. Sabemos que em tudo na vida sempre existirão pontos positivos e negativos. Aquelas pessoas que só sabem reclamar e justificar serão sempre perdedoras, enquanto outras irão comemorar. Aí é o momento de cortar os supérfluos, ter calma, equilíbrio e cabeça fria para evitar entrar em pânico. Também é preciso rever os processos e as estratégias e ainda redimensionar os investimentos para manter a rentabilidade do negócio.

É tempo de fazer avaliações profissionais, pessoais e dos negócios. Sabemos que nem todos os segmentos de mercado serão afetados pela crise e aqueles que forem afetados também serão em intensidades diferentes. Então, se você tiver um diferencial poderá nem sentir o problema. Enquanto uns focam os problemas, outros buscam as soluções. E, se a vida te der um limão, faça dele uma limonada.


Não importa se somos uma pessoa ou uma empresa, sempre é possível aproveitar os momentos ruins e aprender com eles. Se você perseguir a excelência, certamente irá sobreviver. Tire a letra "s" da crise e crie."

Pois é, eis ai uma excelente maneira de você ver as coisas por uma outra ótica: Troque CRISE... por CRIE! e obedeça ao imperativo.

Nos laços do Calvário,

Prof. Damasceno

sábado, 21 de março de 2009

A FÉ QUE FAZ BEM À SAÚDE, parte 2


Continuando o post anterior, eis uma nova entrevista, que também consta na Revista Época.


Jordan Grafman - “A crença é necessária” (FOTO AO LADO)


O neurocientista diz que o pensamento religioso nasceu junto com o cérebro humano

ÉPOCA – O senhor diria que a religião é um produto acidental de nosso processo evolutivo?


Jordan Grafman – Eu não diria acidental. Existe uma tendência para nós pensarmos de certa maneira, e essa maneira, de alguma forma, envolve a necessidade de ter um sistema de crenças. E esse sistema guia nosso comportamento social. Acredito que estamos constantemente criando novos tipos de sistema de crença e é muito provável que os primeiros tenham sido baseados em autoridades religiosas.

ÉPOCA – Somos biologicamente predispostos à religião?


Grafman – Eu diria que somos predispostos biologicamente a ter crenças, e a religiosa é uma delas, mas não a única. Classificaria a religião como uma forma primitiva de crença porque se baseia muito no que é desconhecido. Algumas das regras éticas vieram por meio da religião, mas só se estabeleceram porque ajudaram a ordenar a sociedade. Então, muitas regras tiveram sentido. A religião nasceu claramente de nossa necessidade de entender o que estávamos vendo.
A crença religiosa surgiu no cérebro antes de outras crenças, segundo pesquisas

ÉPOCA – Seu estudo comparou as áreas do cérebro envolvidas nas crenças religiosas e nas crenças políticas. Do ponto de vista neurológico, quais as diferenças entre o pensamento religioso e o político?


Grafman – Ainda não temos uma resposta definitiva a essa pergunta, mas há fortes indicações de que as crenças políticas estão sempre ligadas ao “aqui e agora”, a nossa vida, enquanto as crenças religiosas não necessariamente. Há diferenças em comportamento e também nas áreas do cérebro ativadas. No caso das crenças políticas, usamos as estruturas do cérebro que surgiram por último na evolução humana, enquanto no caso das crenças religiosas usamos áreas anteriores no desenvolvimento da espécie. Nossa hipótese é que a crença religiosa seja a primeira forma de sistema de crenças, que surgiu antes das outras. Nossos estudos mostram que as duas usam partes parecidas do cérebro, mas também que a religião veio antes da política.


Pessoal, resumindo tudo isso, nos dois post, é o seguinte. Não podemos pensar que somos teleguiados por um Deus que, ao contrário do que acreditamos e com base na vivência prática de nosso dia a dia, nos usa e já nos criou com, digamos, um PLANO B embutido, só esperando para ser "despertado", caso alguma coisa no seu plano não desse certo.


Não é assim que acontece. O ser humano tem essa predisposição natural para a fé por um simples motivo: a nossa origem, espiritualmente, é divina, pois embora o corpo tenha vindo da terra, foi o "sopro" de Deus, que veio de dentro dele, de seu interior, que nos deu vida... e, acredito sim, há, implicitamente, intrinsicamente, em cada ser humano, uma necessidade que só a presença de Deus pode preencher, como já ensinava Agostinho: "Há no ser humano um vazio, que só a presença de Deus pode preencher".


Em relação à conclusão que a entrevista chegou, apesar de muito importante para a comunidade científica, ela não traz novidade nenhuma para quem já serve a Deus. É muito simples. Nosso espírito manifesta esse desejo por Deus, EXATAMENTE PORQUE VEIO DELE, DE SEU INTERIOR E ANSEIA EM RETORNAR PARA ELE PELA VIA LEGAL, PELO CAMINHO CORRETO. É só isso!!! Ele quer retornar para casa, para seu lar celestial.


Nos laços do Calvário


Prof Damasceno

A FÉ QUE FAZ BEM À SAÚDE (Revista Época)

Pessoal, boa tarde... a paz do Senhor a todos.... tá na revista época dessa semana uma reportagem que aborda um intrigante assunto, sobretudo porque é fundamentado em uma atualizadíssima pesquisa científica.


É o seguinte: Novos estudos mostram que o cérebro é “programado” para acreditar em Deus – e que isso nos ajuda a viver mais e melhor.


(Letícia Sorg. Colaborou Marcela Buscato)


A capacidade inata de procurar a explicação de um fenômeno é uma das diferenças entre o ser humano e outros animais. O homem primitivo não tinha como entender eventos mais complexos, como a erupção de um vulcão, um eclipse ou um raio. A busca de explicações sobrenaturais pode ser considerada natural. Mas por que ela desembocou na fé e no surgimento das religiões? Cientistas de diferentes áreas se debruçaram sobre a questão nos últimos anos e chegaram a conclusões surpreendentes. Não só a fé parece estar programada em nosso cérebro, como teria benefícios para a saúde.


Com sua intuição genial, Charles Darwin, criador da teoria da evolução há 150 anos, já havia registrado ideia semelhante no livro "A descendência do homem", em 1871: “Uma crença em agentes espirituais onipresentes parece ser universal”. “Somos predispostos biologicamente a ter crenças, entre elas a religiosa”, diz Jordan Grafman, chefe do departamento de neurociência cognitiva do Instituto Nacional de Distúrbios Neurológicos e Derrame. Grafman é o autor de uma das pesquisas mais recentes sobre o tema, publicada neste mês na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.


Em seu estudo, Grafman analisou o cérebro de 40 pessoas – religiosas e não religiosas – enquanto liam frases que confirmavam ou confrontavam a crença em Deus. Usando imagens de ressonância magnética funcional – que mede a oxigenação do cérebro –, o neurocientista descobriu que as partes ativadas durante a leitura de frases relacionadas à fé eram quase as mesmas usadas para entender as emoções e as intenções de outras pessoas. Isso quer dizer, segundo Grafman, que a capacidade de crer em um ser ou ordem superior possivelmente surgiu ao mesmo tempo que a habilidade de prever o comportamento de outra pessoa – fundamental para a sobrevivência da espécie e a formação da sociedade. E para estabelecer relações de causa e efeito. A interferência de um ser muito poderoso seria uma explicação eficiente para aplacar a necessidade de entender o que não se consegue explicar com o conhecimento comum.

Mas o que levaria o ser humano, dotado de razão, a acreditar que um velhinho de barba branca, em cima de uma nuvem, atira raios sobre a Terra? Ou que 72 virgens aguardam os fiéis no Paraíso? “Tendemos a atribuir características humanas às coisas, inclusive ao ser divino”, diz Andrew Newberg, neurocientista da Universidade da Pensilvânia, autor de outro importante estudo sobre o poder da meditação e da oração. “A crença religiosa surgiu como um efeito colateral da maneira como nossa mente é organizada, da maneira como ela funciona naturalmente”, diz Justin Barrett, antropólogo e professor da Universidade de Oxford.


Andrew Newberg - “O cérebro dos ateus é diferente” (FOTO ACIMA)

O neurocientista fala sobre seu livro Como Deus muda seu cérebro

ÉPOCA – Como Deus pode mudar a estrutura cerebral das pessoas?

Andrew Newberg – Os nossos estudos usando imagens do cérebro mostram que, no longo prazo, há alterações no lobo frontal (relacionado à memória e à regulação das emoções) e no sistema límbico (ligado às emoções). As pessoas tendem a conseguir controlar mais suas emoções e expressá-las. A meditação e a oração ajudam a melhorar a relação consigo mesmo e com os outros. Também especulamos que essas práticas alteram, inclusive, a química cerebral, como os níveis de serotonina e dopamina, que regulam nosso humor, nossa memória e o funcionamento geral de nosso corpo, mas ainda não temos provas disso.

ÉPOCA – Em seu livro, o senhor fala bastante da meditação, uma prática tradicionalmente ligada às religiões orientais. Existe alguma diferença entre, por exemplo, o catolicismo e o budismo?

Newberg – Não olhamos exatamente para as diferenças entre as religiões, mas para as diferentes práticas. A forma como você pratica a religião é mais importante que as ideias religiosas em si.

ÉPOCA – Há um consenso entre os cientistas de que a fé pode ajudar na manutenção da saúde?

Newberg – Muitos cientistas acreditam que a espiritualidade tem um papel na saúde. A pergunta é quem vai administrar isso e como os profissionais de saúde vão lidar com a espiritualidade de uma maneira apropriada e benéfica. Essas questões ainda não foram respondidas.

ÉPOCA – Há alguma diferença neurológica entre aqueles que creem e os que não creem em Deus?

Newberg – Encontramos algumas diferenças, sim, e também notamos diferenças dependendo do tipo de prática religiosa. O problema é que nunca sabemos se aquelas mudanças estão lá porque a pessoa é religiosa há muito tempo ou se ela nasceu daquela maneira e, por causa disso, procurou um tipo de religião ou meditação.

A COMPLEXIDADE DA VIDA - PARTE 2

Amados e amadas, queridos leitores, uma boa madrugada à todos...

Hoje, quero dar continuidade ao assunto que iniciamos dia 06 de março: A COMPLEXIDADE DA VIDA. Claro que com essa postagem, não concluo o meu ponto de vista sobre o tópico, haja vista o assunto, realmente, ser de grande relevância para o nosso momento atual, seja na ciência, no segmento religioso ou na "terceira via" (daqueles que dizem não estar nem ai para essa questão, pelo menos em tese).

O que me motivou a continuar a postagem, além da responsabilidade de tratar o tema com o respeito que ele merece, foi um filme que acabei de rever e, embora eu (e 99% dos adolescentes e jovens dos países ocidentais) já o tenha visto por algumas vezes, confesso que agora foi "...como se fosse a primeira vez" - UM AMOR PARA RECORDAR (Europa Filmes, 2004).

Bom, na postagem do dia 06 de março, falamos por último sobre o livre-arbítrio, essa condição de escolher nosso próprio caminho, o que cursar, o que fazer, sair com quem, ser ou não ser uma pessoa ética, responsável etc... enfim, crer ou não em Deus, na morte, na vida, na existência, na vida após a morte, na morte após essa vida, no destino final do nosso espírito, se ele volta ou não para Deus, se a sepultura é realmente a última parada eterna do corpo (e do espírito também - claro, se ele existir).

Lendo assim, são muitas as possibilidades que se abrem, múltiplos conceitos. Mas vamos continuar nossa linha de pensamento.

Então esse ser supremo, vê sua criação divina (os anjos) se rebelar contra ele. O principal líder (Satanás) é expulso e arregimenta seguidores, tal é seu poder de convencimento. Mas como o ser supremo é onisciente e já sabia de antemão que isso ocorreria, já havia traçado um projeto para um novo adorador à sua glória, o homem, sua principal criação, a menina dos seus olhos.

Foram criadas as condições necessárias para ele ser feliz no Éden, mas essa criatura também resolve fazer uma escolha que o tira, brevemente, do própósito divino de sua vida, que é adorar ao supremo ser. Embora este já soubesse de antemão tudo que ocorreria, ele não interfere diretamente na vida do homem, pois não nos fez para simples marionetes. Ele nos deu consciência, caráter, personalidade, direitos e obrigações e, claro, o livre-arbítrio também. Mas cria a perspectiva de reconciliar esse ser com o seu criador, ainda na eternidade, quando planejava o hiato temporal etc.

Mas, e como fica a "Teoria do Big Bang", na qual os cientistas refutam totalmente a idéia de um cosmo criado organizadamente por um ser superior, nos tornando obra de um acaso, um acidente cósmico? Bom, com todo o respeito, o problema é deles, que usando das ferramentas possíveis, fatos (e factóides) desconexos, isolados e sem sustentação plausível laboratoriamente, deram vazão a um sentimento exacerbado de procura da origem do universo, onde tudo vale.

O que a ciência diz é que em 1916 Albert Einstein publicou a teoria da relatividade, onde dizia que o universo estaria se expandindo ou então se contraindo, contrariando a idéia de que o universo seria estático ou inerte, teoria aceita até então. A partir daí, diversas pesquisas foram feitas com a ajuda de telescópios, e os cientistas puderam deduzir que o universo realmente se expandia, porém de modo ordeiro. Para entendermos a idéia do Big-Bang devemos fazer o caminho contrário. Ou seja, se ao invés de o universo se expandir a todo momento, ele fosse contraído. Todo o universo convergiria, até voltarmos a um único ponto de origem, o ponto inicial de matéria.

Assim, há uns 15 a 20 bilhões de anos atrás o universo não existia, nem o espaço vazio, nem mesmo o tempo. Tudo o que havia era uma esfera extremamente pequena, do tamanho da ponta de uma agulha. E esse pontinho há cerca de 18 bilhões de anos teria se explodido formando o universo atual. Essa explosão aconteceu numa fração de segundos, inflando o universo numa velocidade muito superior à da luz. Essa explosão causou a expansão do universo, a qual é observada até os dias atuais, o que traz grandes reforços à essa teoria. Após o Big-Bang e a partir da matéria proveniente dele, foram se formando as constelações. Os planetas teriam se formado a partir de restos de nuvem cósmica que surgiram após a grande explosão.

Mas temos dois problemas sérios que tem tirado o sono da comunidade científica: primeiro, tudo isso que escrevi acima foi DEDUZIDO pela ciência. Sim, não há nenhum FATO COMPROBATÓRIO sobre o assunto. Eles simplesmente deduziram que foi assim e, num passe de mágica, mandaram tudo isso para os livros que formaram as mentes do século XX e estes, por sua vez, na ausência de uma explicação plausível, se agarraram com unhas e dentes à essa teoria que, a exemplo do darwinismo, NUNCA FOI COMPROVADA.

O segundo problema da ciência, no tópico acima, é que o argumento que o endossa possa ser um fenômeno regional. Ou seja, essa expansão esteja acontecendo apenas nos limites observáveis do universo, até o alcance do mais potente telescópio, o Hubble. Diante disso existe a possibilidade desse fenômeno não atender todo o universo, pois o número EXATO DE GALÁXIAS que a ciência celebra até hoje, pasme, também é DEDUÇÃO DAS MENTES BRILHANTES, que nunca foram em Marte (praticamente nosso quintal), e já SABEM DE TODOS OS SEGREDOS DO UNIVERSO . Nesse caso, o que até hoje foi observado seria somente um processo de dilatação regional de causa ainda desconhecida. É o que a própria ciência diz atualmente.

Retornando à nossa linha de pensamento, esse ser supremo, literalmente, "abre" um parêntese nessa linha da eternidade com Gênesis 1.1, e o fecha com Apocalipse 22. Tudo que ocorre hoje, na nossa "realidade", no nosso "plano de existência", acontece dentro desse hiato temporal (com início, meio e fim) que esse ser "abriu" na linha da eternidade. Nós, estudiosos, teólogos, cientistas religiosos etc. dividimos esse hiato em vários "pedacinhos" que denominamos de "dispensações", que seriam períodos distintos, caracterizados pela história bíblica, nos quais se identifica um "modus operandis" distinto de Deus em tratar com os povos desse período distinto.
Dentro desse entendimento, estamos na dispensação denominada de "Graça", que teve início, pelo menos literalmente, após a ressurreição de Cristo, embora possamos identificar, aqui e ali, ainda no Antigo Testamento, manifestações distintas dessa "graça divina" aos homens (como no caso do estabelecimento das 06 cidades de refúgio por Deus, para que os acusados de crimes sem a intenção de matar tivessem um salvo-conduto até um justo julgamento, enquanto permanecessem dentro de seus termos), exatamente como Jesus faz em João 8 quando trata do caso da mulher adúltera.

Assim, o conceito de "vida" se aplicaria há dois momentos especiais: o primeiro, quando o próprio Deus "sopra o fôlego de vida" no ser criado por suas próprias mãos e o homem passa a ser "alma vivente", dentro desse hiato existencial, pelo tempo em que seu corpo permanecer ativo. O segundo, inicia-se logo após a "morte" desse corpo, quando o espírito volta ao criador, uma maneira da Bíblia explicar que voltamos ao nosso primeiro plano de existência, ainda espiritual, que terá continuidade após o "fechamento" do último parêntese do hiato temporal que Deus abriu na linha da eternidade. Nesse interim, o espírito tem dois destinos, de conformidade com o procedimento de nossa vida (no corpo) no plano de existência terrenal: o PARAÍSO (para aqueles que procederem bem, confessando a Cristo com salvador pessoal e bastante de suas vidas) ou o LUGAR DE TORMENTOS, para aqueles que se ausentaram por livre escolha dos benefícios auferidos por Cristo na Cruz do Calvário.

Bem, vou parar um pouco por aqui e fazer um breve relato do filme que assisti há pouco. Basicamente, o filme retrata a história de Landon (SHANE WEST) e Jamie (MANDY MOORE). Landon, o garoto mais popular da escola, mas fruto de um ambiente social difícil de se administrar: pais separados, necessidade de se afirmar como astro da escola, a ausência de um objetivo claro, vida descompromissada com conceitos morais, etc, enfim, a típica situação de uma imensa parcela de nossa juventude hoje. Nesse ambiente, ele conhece a meiga Jamie, filha do pastor da pequena cidade, uma menina estudiosa, identificada com bons conceitos morais, um pai presente, que procura compensar a perda prematura da mãe da doce jovem. Enfim, um total antagonismo comparado com a vida de Landon. Pois contra todos os prognósticos possíveis, ele se apaixona por Jamie (e vice-versa), sem saber que ela esconde o fato de ter leucemia e quase em estado terminal. O desabrochar do amor compartilhado pela linda Jamie muda radilcamente a vida do jovem Landon, levando-o à uma dimensão nunca antes explorada. Ao saber da triste noticia e novamente contra todos os prognósticos, ele não a abandona e escolhe lutar por seu amor. Foram dias difíceis, mas ele negou-se a si mesmo pelo amor a Jamie, fato que fez com que o pai da jovem, antes um desafeto, passasse a admirar o comprometimento de Landon. Ao se dar conta de que a morte é inevitável para Jamie, ele passa a possibilitar a Jamie a condição de viver bem e feliz. Para coroar o amor, eles se casam e passam, em média 03 mêses juntos, antes da morte de Jamie. Esse fato muda radicalmente a vida de Landon, que passa a valorizar a vida como nunca e nos faz pensar no propósito que hoje, estaríamos dando à ela (vida), se tivéssemos o mesmo diagnóstico de Jamie? Iríamos nos reclusar em um quarto e aguardar o fim, a morte (ou o início de uma nova vida)? Ou iríamos vivê-la plenamente, com mais amor, com mais respeito pelos semelhantes, pelos amigos (e inimigos também, se existirem), enfim, por aqueles que nos cercam? É um questionamento relevante para essa madrugada. E você, o que pensa a respeito? Comente essa postagem e aguarde a 3ª parte, que será postada em breve...